11 de Dezembro de 2009

Econocracia

Nos dias correntes seria de bom tom rever as concepções gerais que orientam associedades.  Já repararam que quando se discute politica, no geral, acaba-se sempre por discutir: desemprego, taxa de inflação, custo de vida, dívida pública, actividade económica, crescimento do produto interno bruto, balança de pagamentos, exportações e importações, despesas do Estado, e outros temas afins, ligados a questões económicas. Volta e meia aparece a justiça e as reformas jurídicas, as questões sociais, a educação.
As questões económicas estão por todo o lado em todas as conversas políticas. Não e preciso apresentar muitos argumentos em abono desta perspectiva. A corrupção no exercício de cargos está ligada a desvios de dinheiro, as discussões na assembleia da república focam sobretudo as questões económicas, as notícias da televisão, o desemprego, o aumento da despesa do Estado, etc. , etc.
Tem-se assistido gradualmente a um esvaziamento da política, as suas prioridades são económicas, pelo menos assim o entendo, as reformas da educação visam a preparação do aluno para o mercado de trabalho, a invocação da lentidam da justiça tem também muito a ver com a questão económica, isto é, uma justiça reduz a atractividade do nosso país perante as empresas estrangeiras. Este confinamento ao económica, embora importante, não é saudável a meu ver.
É importante discutir-se aspectos económicos. Agora o que não é normal é este definhamento da riqueza da vida social, da própria política, a um só aspecto, tendo por base um único ponto de fundo: como se só a riqueza trouxesse o bem estar social, como se tudo se reduzisse a uma comparação custo-benefício, como se a solução para tudo fosse o dinheiro.
Já pararam para pensar um bocado sobre estas questões? Duvidar um pouco? Já repararam que quem trabalha paga impostos, e que esse dinheiro é distribuído por universidade, por exemplo, e depois de distribuídos, o dinheiro é de todos, quem quer usufruir dos serviços tem de pagar propinas e adquirir livros e material de estudo. Isto é normal? Já pararam para pensar que há outras dimensões na nossa vida importante para pensar, como a morte, o destino, o progresso, a ciência, a cultura, e não só o económico?  A política devia ser uma discurso sobre todos os aspectos que tocam a vida pública, a vida de todos, e a economia não é o único aspecto. Chego a ir mais longe: quando se fala no social, e tendo por base o económico também, veja-se o caso da importância dos subsídios de desemprego, não falam os partidos em despesa do Estado?
Esta redução de tudo ao mercantil, ao dinheiro, à riqueza das nações, esta redução do homem a um fim económico, o homem oeconomicus, o homem racional, o homum funcional, que limitação, que torpor, que embriaguês! Ainda há uns quantos que chamam ,a quem possui padrões de conduta divergentes com o seu ou o da maioria, de loucos. Loucos somos nós em aceitar esta econocracia, visível em todos os quadrantes sociais, nos discursos oficinais, nas discussões sociais, nas notícias da imprensa. Afinal de contas é possível a economia, actividade doméstica, tendo como pilar uma gerência privada, atolhar o discurso das coisas públicas, torna-se o discurso omnipotente e omnipresente da res-pública?


esquizas altitudes

aviltamento aéreo
aviso
aviso da carne e do complexo
aviso
a tessitura dramática do incorpóreo
aviso
o desprazer descontextualizado
- altitudes


altitudes da emoção poética
altitudes da dimensão esquizopoética
altitudes diurnas a psíquica iletrada
altitudes infernais as caveiras esfomeadas


pulverulência terrestre- o alto
um silêncio doidificado
a idolatria esbanjada
 feridas uivantes do astrónomo


a ubiquidade das fases anti-artísticas
a dimensão dos factos


um torcer distante os ventres quiromaníacos
a magia a tanger velhos prolóquios


a promiscuidade  do capital
a promiscuidade e o indistinto


a altitude é a virgem póstuma
um enredo feito de gotículas de sono
um prometaico cisne profuso
a visão gelada da nossa hipocondria
e

um aviltamento aéreo
um prazer descontextualizado
e um precipício...


Carlos Vinagre

9 de Dezembro de 2009

alfred jarry

8 de Dezembro de 2009

silicone mundano

que o sonho seja um hospiciar as partículas macro-atómicas
e eu a capa comestível dos cardumes
fodidos nas micro-matérias do espaço
e nada disto fará sentido enquanto os bisontes
defecarem os meandros das artérias
o universo achocolatado nos prados de fluor
e o nilo prostrado nos rios de enxofre sobre o caudal
do sistema anti-simpático

colheres de açúcar
numa assembleia de hostes vociferando o covil humano
os trapos puritanos da saliva
e umas pernas dispostas na cardiografia filosófica e atonal
debaixo da depilação dos lábios
(aperto o silicone)

usura medieval e implosão conceptual
uma dogmática ganha contornos difusos nos ditirambos infestados de azeite
e o caudal das formas nas alcoólicas  sombriedades da solitarização
procede a filtragens sérias à moda da peste e da integração
- penetram-se caudais de fossa
na plástica montra dos vértices do mundo-

Carlos Vinagre

5 de Dezembro de 2009

tempestade extrapolativa

depois de um período breve de interrupção, a associação extrapolar voltará à acção: voltará à sua teia- à sua edificação plena. fica o convite para seguirem o espaço, o projecto em: http://www.extrapolativo.blogspot.com/ - apartir de hoje iremos postar regularmente informações sobre o trabalho que estamos a desenvolver- e até informações sobre a nossa inactividade- será o espaço por excelência onde se divulgará a actividade do projecto- eventos- ideias- etc.

bairros e água-ardente
as meninas a luz impura
os bordados- os toldes

pensamos infantis
o degredo

Carlos Vinagre

09/10/2007 - História da Homossexualidade - Parte I

Por Arthur Virmond de Lacerda Neto

Nesta série de artigos, tratarei da história da homossexualidade, com base, exclusivamente, no livro de Willian Naphy, “Born to be gay. História da homossexualidade”, na sua tradução portuguesa, de Jaime Araújo, publicado pelas Edições 70, em 2006, em Lisboa. Não há, da minha parte, nenhuma pesquisa, porém simples condensação, no intuito de divulgar o tema de que trata o livro e o respectivo conteúdo. Neste primeiro artigo, ocupo-me dos dois capítulos iniciais do livro.

Anteriormente às leis emitidas por Moisés, em nome da sua divindade, em poucas culturas havia preocupações com as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Antes da instituição do monoteísmo no Oriente Próximo, os fiéis das religiões orientais abundavam em todos os tipos de atividade sexual e os deuses correspondentes exerciam-na: assim, Osíris, no Egito; Istar, na Babilônia, El, em Canaã; Crixna, na Índia; também na Índia, Samba, era bissexual, como Zeus e Apolo, na Grécia (Apolo enamorou-se de Jacinto, o que despertou ciúmes em Zéfiro, que provocou a morte de Jacinto, consternado com a qual, Apolo transformou Jacinto em uma flor).

Os cultos correspondentes envolviam atividade sexual: havia defloramentos rituais, praticados por sacerdotes e prostituição, masculina e feminina, nos templos da Mesopotâmia, da Fenícia, de Chipre, de Corinto, de Cartago, da Sicília, do Egito, da Líbia, da África Ocidental, em Israel e na Índia.

Era indiferente o sexo do parceiro sexual do deus, da deusa, e dos seus adoradores: homem ou mulher, a opção equivalia a uma simples questão de gosto pessoal; o decisivo achava-se, não em com quem se fazia, porém o que se fazia: prestigiava-se o papel ativo, de penetrador; menoscabava-se o de sacana.

De 3.000 antes de Cristo até os primórdios da era cristã, a homossexualidade integrava as culturas do Oriente Próximo, existia fora da repressão e do estigma que lhe surgiram posteriormente: a sua pratica era livre e aberta.

Em Sacara, no Egito, um túmulo continha dois homens, e representações suas, em que figuram de mãos dadas e abraçados; os seus nomes, combinados sob forma de letreiro na entrada da tumba, resultam no significado “juntos na vida, juntos na morte”, e pertenciam, aparentemente, a uma elevada categoria social.

Na África anterior a 1.400 antes de Cristo, conhecia-se, aparentemente, a homossexualidade; com certeza, praticavam-na os bosquímanos, o grupo étnico mais importante da África Austral, cujas pinturas rupestres representavam-na.

Na Índia, os deuses eram afetiva e sexualmente bissexuais, o que influenciou a população indiana, em igual sentido, até o advento da ocupação britânica, responsável por uma alteração das mentalidades e dos comportamentos, o que resultou, na atualidade, em uma certa renegação da homossexualidade e a sua atribuição à influência do Ocidente.

Na Índia, os casamentos correspondiam a vinculações voltadas a constituir ou a fortalecer laços entre famílias, por meio da geração de filhos, fora do pressuposto (ocidental) da afetividade entre os cônjuges, livres, assim, para amar a terceiros e manter atividade sexual com eles. Os textos hindus mais antigos, designados como literatura védica (cerca de 200 antes de Cristo a 800 depois de Cristo), contém a narrativa relacionada com Crixna, um deus que assume formas humanas, e Ardjuna, simultaneamente divino e humano: tratava-se de amigos que se amavam.

Na China, anteriormente à era cristã, havia atração sexual e amor romântico dos homens por ambos os sexos. Por norma, os homens casavam-se e procriavam, porém, geralmente, sem conotação afetiva: a exemplo de outras culturas antigas, os membros do casal eram livres para realizar-se afetivamente em outras relações, independentemente do sexo do terceiro.

A literatura chinesa antiga enaltecia as relações homossexuais, como situações de amor romântico, a exemplo de Ling e Mizi.

Nas Américas, a escassez de registros dificulta a observação dos costumes sexuais anteriores à colonização européia.

O judaísmo condenava, de todo, a homossexualidade, e a punia com a morte, pena que previa para outros comportamentos, como praguejar, ser filho rebelde e cometer adultério.

Diferentemente dos deuses dos povos vizinhos de Israel, a sua divindade era alheia à sexualidade, embora exortasse os homens à procriação, único fito aceitável da atividade sexual, pelo que a sua única modalidade admissível correspondia à intromissão do pênis na vagina, visando à gravidez.

Segundo a Bíblia, todo e qualquer ato sexual que não resulte, potencialmente, ao menos, em procriação, é antinatural e condenado por deus, o que tornou os judeus uma exceção, dentre as civilizações antigas, na sua condenação da atividade sexual estéril, o que incluía a homossexualidade.

O Levítico proíbe expressamente, contudo, qualquer relação sexual entre homens, qualifica-a de abominação e prescreve-lhe a morte, à guisa de punição, sobre ambos os envolvidos; o Deuteronômio, por sua vez, proíbe a prostituição sagrada em Israel, masculina e feminina.

No episódio de Sodoma, os naturais daquela cidade tencionavam praticar o coito anal, como ativos, com os seus visitantes, ao que Lot ofereceu-lhes a sua filha. Deus aniquilou Sodoma não em conseqüência dos desejos homossexuais dos seus habitantes, porém devido à inospitalidade com que eles trataram os forasteiros, à sua soberba e à sua negligência face aos pobres e indigentes.

A importância atribuída pelo judaísmo à procriação como função exclusiva da atividade sexual correspondia a uma exceção em meio aos demais povos, nos quais o amor compreendia pessoas de sexo igual ou diferente.

lisboa romântica

3 de Dezembro de 2009

circuito díspare- estiolamento

cada ramo ferido das arestas
sente-se assim nos ombros e no batimento
um alheamento
e o batimento díspare as feições incomplacentes
um disparo

a terra circunflexa nos sabores fundidos do estiolamento
tantas estrelas nos incham a carne até à circuncisão
e os capuchos do bosque
soltam ursos sem cara monstros sem nome

um ferimento
um fluxo endémico de ondas esvazia o Estio
uma  bacia esfola ingente as cercas do convívio
e o navegante escondido lampeja olhares
fartos miseravelmente

arestas disparam ferimentos díspares no alheamento

Carlos Vinagre

2 de Dezembro de 2009

casamento homossexual

Estudei hoje um Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, abordando o casamento, união de facto, família, de 15 de Fevereiro de 2007, processo 6284/2006-8, no qual se nega o casamento a um casal homossexual. No essencial dois indíviduos requisitaram o casamento ao conservador civil, o qual lhes negou a possibilidade de contraírem casamento ao abrigo do artigo 1577 do Código Civil.
A argumentação do colégio de juízes insatisfez-me deveras. Não irei aqui abordá-la, quem estiver interessado em aprofundar os seus conhecimento, basta que pesquise o processo, está na net.
Do ponto de vista normativo considero bem fundamentada, tendo em conta a doutrina vigente e a interpretação comummente feita dos artigos em questão, contudo, no plano teórico-filosófico, é digno de descontrução.
O casamento sendo um contrato entre pessoas de diferentes sexos viola na minha opinião  o artigo 13 da Constituição da República Portuguesa, mesmo que esteja em causa a defesa de um pilar fundamental da sociedade que é a família heterosexual. Sabemos que a relação familiar não se confina ao casamento, que os homossexuais têm outras alternativas ao casamento, mas não deixo de notar que há uma discriminação infundada, protegida por um preconceito milenar: que é a ideia de ordem natural das coisas.
Os filósofos-economistas do séculos XVIII e XIX fundamentavam as leis económicas através dessa suposta lei natural, a não intervenção do Estado, a existência de crises económicas, e tantas outras existências sociais concretas, divinizando um preconceito que tem tanta validade que só com muita cegueira o poderíamos continuar a aceitar nos dias que correm. O mesmo acontece com a questão do casamento entre homossexuais.
Só aceito a recusa do casamento se expuserem muito claramente os fundamentos que justifiquem os argumentos jurídicos que contrariam o direito a casar que tanto é reclamado por casais homossexuais. Pela lógica da ordem natural das coisas, também se pode inferir o direito ao casamento entre homossexuais- pela ideia de amor abstracto, devoto, que a própria Igreja Católica defende e explica a não admissão do casamento entre padres. É um contra-senso.
O casamento baseia-se no valor imposto pela tradição, pela segurança, para se obter um fim: a procriação. É esse o argumento contra a homossexualidade? Não procriam? Com a evolução da ciência, o que não é natural vai-se tornando natural.
A comunidade axiológica maioritariamente não aceita o casamento homossexual. Isto é um argumento democrático-axiológico. Pode ser questionável embora aceitável. Pelo menos que se diga que há discriminação é o mínimo que se pode fazer, procedendo-se assim a uma alteração constitucional. Contudo, incorreria-se e incorre-se numa grave violação dos princípios fundamentais da CRP- isto para mim é demasiadamente claro. Só preconceitos podem sustentar a não concessão de um direito potestativo aos homossexuais.
E outros tantos argumentos poder-se-ia utilizar. O que se pede é que se clarifique a posição de ambas as partes e se chegue ao consenso, onde o equilíbrio entre o liberalismo social e as exigências da sociedade como um todo se realize.

caprum

capróico o estrume as interconexões
o enfado

óxido marmóreo um pulsar inanimado
estupefactos
os olhares boquiabertos
as trompas do corpo
os lugares envaidecidos
as cidades esmaecidas

flechado
nossas razões se entrechocam- a humanidade-
uma conceptualização atomiza-se - escorrem malditas
tromboses e a consciência amarga o fleuma
liberta-se

a liberticidade é o húmus da placenta que orgia
a sordidez que banha a estratosfera do pensamento
e a psiquiatria tem razões para se dilatar na insolvência
irrelevante do volátil bandido

ilibam-se assim situações pulverizadas

Carlos Vinagre

28 de Novembro de 2009

resolução infernal

internei-me. um bafo cisma a trindade do cisne. produzem-se triviais carpetes sob uma cegueira desértica e sem ideias, um ocultismo hermenêutico, uma explosão emocional ateia, uma amostra de ciência afectiva- observo a constelação astrolábica, um estar-assim-para-os-outros, um estar-assim-para-o-ressentimento. esganiça o escorpião na moldura da concha, esganiça com jóias e um gelado na boca, com muita integridade...
aos astros: os deuses estão gratos e uma gratidão vasculha as cavernas do bosque, as cavernas que tudo escondem e pouco revelam, uma náusea podre e um hálito de prostituição dissolvida na aparência da revelação. fúrias: há simbologia e magnetismo nisto? é-nos lícito fotografar o símbolo? o crepúsculo esmaece a bacia espinhense palidamente, uma mistura de torpor sufoca a planície da inquietude e o sonho reconfigura-se diante da astronomia do saber.
que seja lícito o exercício tenaz e honesto do saber. que se censure o linguado da mediocridade, que se aprenda que é nas escadas que se abocanha as borboletas, que se dramatize o não dramático, há nisto louvor, há nisto um quadro, há nisto um resquício de alegria... o absoluto conhecido nas entrelinhas da experiência, na cascata apedrejada da moral... a competição estimula a caveira...
os galhos são hipérboles que fornicam os meandros interditos...

Carlos Vinagre

Ilustre dignidade dos peidos

espectros pairam pela blogosfera com cabelos eléctricos e seiva no ânus. do seu aspecto reza a alma que a fúria os arrebatou em tempos orgiásticos. têm de comer muita sopinha até chapinharem nos calcanhares de aquiles. sovados na moral, ruminam vinganças narcóticas por causa da cobardia que sentem na sua vida real. virtualidade que os satisfaz, que estranha forma de satisfação os paranóicos da imitação almejam. sá de miranda : soa alguma trombeta? oh, talvez a punheta da fêmea que fareja o ácido utópico. utópicos adulteram as almas, declaram nojo e escondem-se na ilustre dignidade dos peidos. tremo que me chupem o trompete. e tremo tanto que farei um campa, receoso de tanto amor nutrido pelas minhas tripas. estou convicto que a sabedoria do século foi descoberta, a suprema verdade fotográfica do século XXI. a fotografia é o exercício profissional efectuado pelas odes que componho. e é tão fotográfico que mais parece a escuridão da noite. fotografia? o ódio cega esses corações provocadores. deixar as crianças brincar no jardim, assim me conformo, só brincando aprendem. agradeço a vossa atenção senhores, fim da viagem. a cp agradece e pagamos todos bilhetes para assistir ao espectáculo do mundo...

Carlos Vinagre

25 de Novembro de 2009

10 melhores momentos de Alberto João Jardim

Marinho e Moura Guedes

Gato Fedorento: Pinto da Costa

24 de Novembro de 2009

fode-lhe os membros a nuca espacial
e os centros comerciais nas veias
o sangue
estoura latitutes inconcebíveis

Carlos Vinagre

23 de Novembro de 2009

associação extrapolar

O projecto extrapolar está já em marcha. Depois de um período de contactos, de criação de uma direcção, de diálogos fértis, chegou o momento de a iniciativa começar a apresentar os seus conteúdo, conteúdos esses importantíssimo para firmar verdadeiramente a natureza do projecto. Começaremos com as Visturas, de 15 em 15 dias- visualização e leitura de uma filme. A lista de Visturas será brevemente anunciada publicamente, bem como o evento que anunciará oficialmente a Associação Extrapolar diante da sociedade. Recomendo aos interessados que acompanhem a nossa animação : http://www.extrapolativo.blogspot.com/ e que extrapolem connosco no nosso espaço virtual.

22 de Novembro de 2009

emissão

apartir de agora este blogue versará assuntos mais gerais: política, desabafo, economia, filosofia, cultura, sociedade, além de poemas e cartazes divulgando eventos culturais - irei colocar especial ênfase aos projectos da associação extrapolar. convido-vos a acompanhar o projecto e a associar-se a ele.

sétimo selo


Associação Extrapolar convida:
Visturas
Bergman e o Selo
23 Novembro 2009, 21h30m
Ateneo
R. Passos Manuel
Porto
(entrada livre)

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